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Definição de VPN e sua finalidade

  • 19 de set. de 2023, 16:03
  • 15 minutos

O que é uma VPN e como ela funciona?

Em 2021, o site oficial do governo dos Estados Unidos publicou um relatório¹ que revelou a extensão dos dados que os provedores de internet coletam sobre seus clientes, incluindo detalhes sobre dispositivos, IPs dos usuários e sites visitados. Essa informação poderia então ser vendida a terceiros, como empresas e anunciantes.

Além disso, roubos online de informações confidenciais são frequentes. Apenas no ano de 2021, foram registrados² 1,4 milhões de casos de roubo de dados de usuários nos Estados Unidos.

Uma medida eficaz para proteger-se de golpes e garantir a privacidade de dados pessoais é usar uma VPN. Neste artigo, explicaremos o que exatamente é uma VPN e como ela funciona.

O que é VPN

Virtual Private Network – rede privada virtual, ou VPN, é uma tecnologia

que ajuda a criar uma ou mais conexões em cima de outra rede. 

O termo VPN é comumente utilizado para referir-se a uma conexão segura entre um dispositivo e a internet ou entre dois dispositivos. Por meio de uma conexão VPN, o tráfego de dados é criptografado, a localização do usuário é alterada e as informações confidenciais são protegidas contra vazamentos.

O termo VPN pode abranger diferentes conceitos, como a criação de uma rede corporativa privada, uma forma de contornar bloqueios geográficos ou um método seguro para transferir arquivos online. Neste artigo, trataremos das redes privadas virtuais sob uma perspectiva tecnológica, e exploraremos os serviços disponíveis para anonimizar o tráfego e contornar bloqueios.

O objetivo inicial das VPNs era criar redes seguras com base em canais de comunicação de acesso público, como por exemplo, a internet. Eram utilizadas inicialmente por empresas e governos, cujo objetivo era proteger informações confidenciais. Atualmente, os serviços de VPN também são utilizados por usuários comuns para diversas finalidades, dentre as quais contornar bloqueios, alterar sua localização e endereço IP e navegar online anonimamente.

Como funciona uma VPN

A cada usuário da internet é atribuído um endereço IP (do inglês Internet Protocol). Quando uma pessoa se conecta diretamente à rede de um provedor, ela recebe um endereço IP pertencente ao grupo de endereços desse provedor.

Os provedores são obrigados a armazenar e fornecer, mediante solicitação, informações sobre por quem e quando foi utilizado um endereço IP, bem como a quais servidores o usuário estava conectado neste momento. Sendo assim, os provedores poderiam também usar essas informações de maneira indevida, como vendendo para agências de marketing ou empresas de análise de dados e estatísticas online.

Quando são utilizadas private networks, o provedor do usuário tem acesso apenas à conexão com os servidores, conhecidos como “pontos de entrada” em uma VPN. 

O funcionamento é simples: ao conectar-se usando uma VPN, a solicitação do usuário chega primeiro ao servidor VPN. Nele, o serviço cria um túnel especial no qual a solicitação e as informações do usuário são criptografadas. Em seguida, a solicitação segue para o servidor do site, mas dessa vez dentro desse túnel seguro, pelo qual também retorna.

Portanto, ainda que alguém obtenha acesso às informações do usuário, a VPN impede que elas sejam entendidas sem a decodificação apropriada do tráfego. 

Como um serviço de VPN pode ter servidores em diferentes países, o endereço IP e a localização do cliente também são alterados: usar o servidor de outro país equivale a ter outro endereço IP.

O princípio básico de funcionamento de uma VPN é semelhante ao de um proxy: a solicitação do usuário é primeiro enviada a um servidor intermediário, e só depois encaminhada para o servidor do site. A diferença é que, ao usar um proxy, o servidor intermediário pode ser um dispositivo, como o computador pessoal do usuário, por exemplo. As VPNs, no entanto, quase sempre funcionam em servidores.

Para entender como funcionam os serviços de VPN, podemos usar uma analogia: imagine que você foi convidado para uma festa com um código de vestimenta que exige o uso de máscaras para garantir o anonimato dos convidados. De forma similar, a VPN atua como uma máscara online, ocultando o endereço IP e a localização real do usuário, para que servidores, governos e hackers não possam identificá-lo.




Quais são os protocolos de VPN utilizados pelos serviços?

O esquema acima nos mostra que VPNs utilizam a criptografia AES-256 e diferentes protocolos para garantir a proteção do usuário.

Criptografia AES-256. A melhor, mais confiável e conhecida. Essa criptografia basicamente divide o tráfego de dados em vários blocos fechados que não podem ser decifrados. 

O algoritmo AES executa substituições, trocas e transformações lineares que são realizadas em blocos de dados de 16 bytes. Por essa razão, algoritmos AES são também conhecidos como cifras de bloco. Essas operações se repetem várias vezes e são chamadas de rodadas. Cada rodada possui uma chave única, que é gerada a partir de uma chave de criptografia original e em seguida incluída nos cálculos. Durante o processo de criptografia, cada bit de dados é substituído online por outro com base em uma tabela pré-definida. Em seguida, é aplicada uma matriz 4x4 com a seguinte dinâmica: os bits na segunda linha se deslocam para a esquerda em um espaço, enquanto os da terceira e quarta linha são deslocados em dois e três espaços, respectivamente. Uma vez que um bit individual foi trocado na chave ou no bloco de texto simples, um novo bloco de texto criptografado é criado. Para decifrar o AES, seria necessário obter cada uma das chaves individuais para cada um dos blocos.

 

Por usar a mesma chave para criptografar e descriptografar informações, a criptografia AES-256 é conhecida também como criptografia simétrica.

Como funciona a criptografia AES-256


Esse algoritmo é tão poderoso, que até mesmo um supercomputador demoraria mais tempo do que a própria existência do universo para decifrá-lo.  

Existem também outros tipos de criptografia, tais como, AES-128 e 192. A diferença entre essas e a AES-256 está no comprimento da chave e na dificuldade de sua decodificação. São menos confiáveis, mas ainda seria necessário um hardware poderoso para decifrá-los.

Protocolos WireGuard, OpenVPN, L2TP / IPsec, , IKEv2 / IPsec.

Os três primeiros são praticamente idênticos, exceto pela segurança e velocidade.

WireGuard é mais rápido e confiável que os demais. Ele utiliza criptografia moderna e protocolos UDP para transferência de dados. O código em si tem apenas 4.000 linhas, por isso é mais fácil verificar suas possíveis vulnerabilidades e torná-lo melhor.

Em segundo lugar OpenVPN — um protocolo universal de código aberto. O que o difere do WireGuard é o seu código mais longo, que torna a busca e correção de vulnerabilidades nele mais difícil. Utiliza TCP e UDP para transferência de dados.

O terceiro lugar é ocupado por L2TP / IPsec. L2TP não criptografa o tráfego, por isso é utilizado em conjunto com IPsec. Para funcionar, utiliza porta 500 UDP, razão pela qual VPNs nesse protocolo às vezes não funcionam bem: a porta pode ser bloqueada por firewalls.

IKEv2 / IPsec se parece com o protocolo anterior, mas funciona em dispositivos móveis.

Alguns serviços de VPN, como os gratuitos por exemplo, funcionam com o protocolo PPTP. Este é o protocolo mais antigo de todos e já funcionava no Windows 95. Por um lado, ele não reduz a velocidade de conexão e pode ser facilmente configurado. Por outro, nesse protocolo já foram encontradas graves vulnerabilidades. Seus protocolos de autenticação não são confiáveis e frequentemente são alvos de ataques durante análises de segurança online.

Tipos de VPN

As VPNs podem ser divididas em duas categorias: as que são utilizadas por usuários comuns, e as que são utilizadas por empresas. 

Para usuários

Pessoais. São VPNs utilizadas por usuários comuns para conectar-se à internet e navegar online de maneira segura, além de contornar firewalls e bloqueios por localização geográfica.

Móveis. São como as pessoais, porém funcionam em smartphones.

Para empresas

Com acesso remoto. São VPNs utilizadas por funcionários a fim de obter acesso online a uma rede privada da empresa durante viagens ou home office. 

Site-to-site. Enquanto as VPNs anteriores estão projetadas para proteger uma única rede, VPNs site-to-site unem redes online distintas. Se uma empresa tem dois escritórios em diferentes países, por exemplo, suas redes podem ser unificadas através de uma VPN site-to-site, tornando seu desempenho melhor.

Por que usar uma VPN

Contornar bloqueios. Algumas vezes, os governos bloqueiam determinados sites e não é possível abri-los desde sua localização. 

Usar uma VPN irá alterar seu IP e sua localização, fazendo com que pareça que você está acessando o site desde um local permitido.

Manter o anonimato. Praticamente todos os sites rastreiam os IPs reais dos usuários. Ao invadir um site, um hacker teria acesso a todos os IPs de seus visitantes. 

Usar uma VPN oculta o IP real do usuário e criptografa o tráfego de saída. Por essa razão, os sites pensam estar sendo visitados por outra pessoa. Mesmo em caso de invasão, o IP real do usuário permaneceria protegido.

Proteger o tráfego de dados. Vamos supor que um hacker sabe que determinada pessoa usa internet de maneira não segura. Ele poderá ficar entre o tráfego do usuário e o servidor para interceptar os dados online. Esse tipo de ataque se chama MITM – ataque man-in-the-middle (homem no meio, em português). 

Uma VPN protege o tráfego com algoritmos de criptografia. Um golpista não poderá realizar um ataque MITM (Main-in-the-middle), já que o tráfego online estará criptografado.
Como se dá um ataque MITM



Conectar-se a redes públicas. Tais redes encontram-se em metrôs, cafeterias, aeroportos e outros locais públicos. Ter acesso online a partir desses lugares pode ser uma excelente ferramenta, mas é melhor proteger-se ao usá-las: sua baixa segurança faz com que hackers consigam invadi-las e interceptar o tráfego de saída de seus usuários.

As VPNs protegem todo o tráfego de saída, tornando impossível hackeá-lo.  

A maioria das redes públicas de Wi-Fi usa o padrão de segurança WPA2, considerado um padrão de criptografia fraco e vulnerável a ataques MITM.

Criar uma rede corporativa privada. Se os funcionários de uma empresa costumam enviar online arquivos secretos uns aos outros, um hacker pode invadir sua conexão e roubar informações.

Uma VPN ajuda a proteger o ambiente de trabalho com criptografia e protocolos especiais.

Economizar nas compras. Alguns preços, como de passagens ou outros produtos, podem variar dependendo do país do qual se faz a busca. Com uma VPN, o usuário pode alterar sua localização, o que significa que ele pode acessar o site a partir de um país no qual determinado produto é oferecido por um preço mais baixo.

Artigo “o que são proxies”

Usar uma VPN é permitido pela lei?

Cada país possui suas próprias leis em relação ao uso de VPNs. Nos Estados Unidos, na Inglaterra e no Canadá, por exemplo, redes privadas podem ser usadas sem limitações. Na Rússia, para fins pessoais, é permitido usar uma VPN, mas oferecer o serviço é proibido. Na China, as redes privadas são completamente proibidas.

Se os serviços de VPN estão bloqueados em um país, é possível usar proxies de datacenter, que funcionam como uma VPN, mas não são bloqueados pelo governo.

Por isso, informe-se a respeito das leis de seu país antes de assinar um serviço de VPN.

Mesmo que o uso de VPN seja legal em seu país, você deve respeitar as leis da internet ao navegar online. Não viole a política de uso de sua VPN, nem faça download de materiais protegidos por direitos autorais.

Tipos de serviços VPN

Os serviços de VPN podem ser oferecidos em forma de aplicativos para computadores ou smartphones, ou ainda como um plugin em navegadores. Eles variam em seus protocolos, serviços adicionais e até preços, mas seus princípios de funcionamento são os mesmos.

VPNs, assim como servidores proxy, funcionam com aplicativos separados. Isso significa que você pode se conectar a uma VPN através do seu navegador e proteger-se enquanto navega na web. Entretanto, esse mesmo plug-in não irá protegê-lo em outros aplicativos que não estão conectados à VPN.

Também é possível comprar ou baixar gratuitamente um serviço de VPN.

Diferenças entre os serviços pagos e gratuitos

Os serviços de VPN podem variar em termos de segurança, recursos disponíveis, preços e desempenho. Para facilitar essa comparação, vejamos a tabela a seguir:


Gratuitos

Pagos

Protegem o tráfego

+/-

+

Ajudam a contornar bloqueios geográficos


+, porém nem todos são capazes


+, nem todos são capazes

Mantêm o anonimato


Frequentemente vendem informações a terceiros, como o governo e anunciantes

+

Usam criptografia e protocolos seguros 

Depende do serviço. Geralmente usam PPTP, que pode ser facilmente hackeado

+

Quantidade de servidores


Geralmente de 1 a 10 servidores em vários países

Mais de 100 servidores


Largura de banda


Geralmente limitada, o que reduz a velocidade de conexão

Ilimitada


Qualidade do suporte técnico

Geralmente não respondem às mensagens

Respondem prontamente e ajudam a resolver o problema

Suporte em vários idiomas

Geralmente o suporte é oferecido apenas em inglês

Muitas vezes oferecem suporte em outros idiomas, inclusive em português

Em 2015, uma situação ilustrou claramente os riscos associados ao uso de VPNs gratuitas. O Hola VPN é um serviço gratuito que ajuda a contornar bloqueios e a supostamente proteger o tráfego online de dados na internet. Lançado em 2007, seu número total de usuários já ultrapassou a casa dos 220 milhões por todo o mundo. Em 2015, 9 milhões de endereços de usuários do Hola foram alvo de um ataque DDoS ao site 8chan. Pessoas foram vítimas dessa invasão hacker sem ao menos perceber. Descobriu-se mais tarde que o serviço Hola revelava os IDs dos usuários, o que permitiu que hackers roubassem os endereços dos clientes. As pessoas estavam usando um serviço que as ajudava apenas a contornar bloqueios, mas que não protegia o tráfego de dados.

Optar pela compra de um serviço também pode ser a melhor opção devido aos recursos adicionais oferecidos:

  • Firewall integrado. O firewall atua como uma barreira de segurança entre o dispositivo e a internet, o que significa que ele é capaz de bloquear sites suspeitos e de phishing que constam em sua base de dados.

  • Proteção contra vazamento de DNS (domain name system). O DNS converte nomes de sites em endereços IP e vice-versa. Antes de acessar qualquer site, seu dispositivo envia consultas DNS para determinar o endereço IP do domínio que você está visitando. 

Quando o DNS entra em uma rede, um hacker pode descobrir a localização geográfica real do usuário ou qual é o seu provedor de internet, e logo em seguida, o IP real do cliente.  A VPN protege contra esse vazamento, já que usa outros servidores DNS para identificar o host.

  • Desligamento de rede emergencial (Kill switch). Se a conexão VPN for interrompida, o programa automaticamente bloqueará o tráfego de saída do computador. 

  • Tunelamento de tráfego dividido (Split tunelling). O tráfego de dados se divide em dois: um que está sob o endereço IP real, e outro – sob o modificado. Essa função é útil caso o usuário precise acessar alguns sites usando seu IP real. 

Dentre as vantagens de comprar uma VPN está também a garantia de reembolso, válida geralmente por 30 dias. Se após a compra o usuário perceber que a VPN não o ajudou a contornar um bloqueio ou esconder seu IP, por exemplo, ele pode enviar uma mensagem ao suporte solicitando a devolução do preço total de sua assinatura.


A devolução funcionará caso o usuário tenha comprado o serviço diretamente pelo site da empresa. Se a compra foi realizada através do Google Play ou App Store, a devolução do preço da assinatura deverá ser feita também através das plataformas.

Além disso, uma interface de VPN em português é um recurso muitas vezes oferecido apenas por serviços pagos.

O que considerar ao escolher ou comprar uma VPN

O país de registro do serviço. Se uma empresa coopera ou não com o governo, depende do país em que está registrada. Existe, por exemplo, uma associação denominada “Aliança dos 14 olhos”, da qual fazem parte:


???????? Canadá

???????? Estados Unidos

???????? Holanda

???????? Dinamarca

???????? França

???????? França

???????? Alemanha

???????? Reino Unido

???????? Suécia

???????? Espanha

???????? Austrália

???????? Nova Zelândia

???????? Bélgica

???????? Itália



A aliança também inclui países membros da OTAN


???????? Grécia

???????? Portugal

???????? Hungria

???????? Romênia

???????? Islândia

????????, ????????, ????????, ???????? Países Bálticos.


E ainda ???????? Israel, ???????? Cingapura, ???????? Coreia do Sul e ???????? Japão.


Serviços VPN registrados nesses países são obrigados a repassar para o governo informações sobre os clientes, caso solicitado. Geralmente são repassados:

  • Endereço IP real;

  • Duração da sessão;

  • Características do dispositivo do usuário.

Por esse motivo, ao escolher uma VPN, é melhor optar por serviços que estão registrados em outros países. 

Número de servidores. Quanto mais, melhor. Se uma empresa tem poucos servidores, e muitos usuários se conectam a eles simultaneamente, os servidores podem ficar sobrecarregados e cair. 

Por outro lado, se há servidores suficientes, a carga é distribuída uniformemente, o que significa um serviço mais estável e com melhor desempenho.

Número de dispositivos por conta. Assim como no ponto anterior, quanto mais, melhor. Isso significa que você pode usufruir de uma internet segura em vários dispositivos, pelo preço de apenas uma assinatura.

A melhor opção é usar um provedor de VPN que forneça as instruções e configurações para criar a rede VPN no roteador. Nesse caso, todos os dispositivos que estiverem conectados ao Wi-Fi desse roteador estarão protegidos.

Política sem registro. O significado de política sem registro é que o serviço não irá armazenar informações sobre o usuário e suas ações na rede. Somente os serviços cujas sedes estão localizadas fora do território da Aliança dos 14 olhos podem conduzir tal política.

Tunelamento de tráfego dividido (Split tunelling). Faz com que, simultaneamente, uma parte do tráfego passe por um túnel VPN protegido, e a outra por uma conexão normal. Isso significa que é possível usar a internet a partir de dois endereços IP: um do provedor, e outro da VPN.

Desligamento de rede emergencial (Kill switch). Impede que informações confidenciais vazem para a internet caso ocorra algum problema com os servidores da empresa. 


Criptografia AES-256. Para impedir que hackers consigam invadir o tráfego. 


Firewall integrado. Para não cair na armadilha de golpistas ou acidentalmente acessar um site de phishing. 


Proteção contra vazamento de DNS. Para que ninguém saiba o endereço IP e a localização real do cliente.

Suporte técnico em chat ao vivo. Para resolver de forma rápida eventuais problemas. A comunicação via e-mail pode atrasar a solução do problema. Vale também considerar serviços que oferecem suporte em português.


Conclusão


Uma VPN é a melhor ferramenta para criar uma rede privada e confiável, protegendo-se contra golpes de phishing e vazamento de informações. Dentre outras coisas, isso significa a possibilidade de conectar-se a redes públicas sem preocupações, contornar bloqueios geográficos, manter o anonimato e estabelecer uma rede corporativa segura.


Fontes das estatísticas:

1 — A Look At What ISPs Know About You 

(Uma conferida no que os ISPs sabem sobre você)

2 — Consumer Sentinel Network Data Book 2021 

(Livro de dados da rede Consumer Sentinel 2021)

3 — Успейте скачать VPN 

(Alcance baixar uma VPN)

4 — Успейте скачать VPN 

(Tenha tempo de baixar uma VPN)